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Peça Técnica Câmara dos Deputados Nota 10, Estrutura e Questão Resolvida

O concurso da Câmara dos Deputados 2025 chegou com tudo! São 70 vagas imediatas, mais 70 para cadastro de reserva, para os cargos de Analista Legislativo e Técnico Legislativo, com salários que chegam a impressionantes R$ 30.853,99. Uma oportunidade, portanto, de ouro para quem sonha em atuar no serviço público.

Mas aqui vai uma informação estratégica que muitos candidatos ainda não perceberam: a prova discursiva poderá corresponder a mais de 30% da sua pontuação final. Portanto, não pode descuidar dela em nenhum instante da preparação pós-edital. Além disso, a peça técnica da Câmara dos Deputados, sozinha, vale metade da prova discursiva — ou seja, 30 dos 60 pontos. E, por ter maior complexidade, é justamente nela que os candidatos mais bem preparados conseguem se diferenciar.

Então, se ficou preocupado com a discursiva, pode respirar fundo e relaxar. Neste blog, vou desmistificar completamente como produzir uma Peça Técnica da Câmara dos Deputados nota 10.

Você vai aprender:

  • A estrutura ideal da peça técnica (com esquemas visuais);
  • Como montar cada parágrafo de forma estratégica;
  • A diferença entre posicionamento técnico (esperado nesse texto) e opinião pessoal;
  • E, o melhor: vamos resolver uma questão anterior completa, passo a passo!

Portanto, fique comigo até o final — esse conteúdo pode valer dezenas de posições na sua classificação.

Conteúdo deste blog discutido em videoaula do Prof Diego Souza – Peça Técnica Câmara dos Deputados

Panorama do Concurso Câmara dos Deputados

  • Status: Edital publicado Câmara dos Deputados 2025-2026
  • Banca organizadora: CESPE/CEBRASPE
  • Vagas: 70 imediatas + 70 cadastro reserva
  • Cargos: Analista e Técnico Legislativo
  • Requisitos: nível superior
  • Salários iniciais: de R$ 30,8 mil (Analista) a R$ 21 mil (Técnico)
  • Expectativa de prova: 8 de março de 2026.
  • Lotação: exclusivamente em Brasília/DF

Distribuição de vagas por cargo

CargoVagas ImediatasCadastro ReservaTotal
Analista Legislativo – Processo Legislativo e Gestão353570
Técnico Legislativo – Assistente Legislativo e Administrativo353570
Distribuição dos cargos Concurso Câmara dos Deputados 2025-2026

Ademais, vale destacar que os benefícios também são bastante atrativos: auxílio-alimentação de R$ 1.784,42, assistência médica e odontológica, auxílio-transporte, entre outros. Em outras palavras, estamos falando de uma das melhores remunerações do serviço público brasileiro. Não é raro, nos dois cargos, em alguns anos de serviço, portanto, o servidor já alcançar o teto constitucional de remuneração do serviço público.

Estrutura do Concurso: Prova Objetiva e Prova Discursiva

A avaliação dos candidatos será composta por duas etapas, ambas eliminatórias e classificatórias. Confira o panorama completo:

EtapaTurnoDuraçãoComposiçãoPontuação
Prova ObjetivaManhã5 horas90 itens de Conhecimentos Gerais (P1) + 90 itens de Conhecimentos Específicos (P2)180 pontos
Prova DiscursivaTarde3 horas2 questões discursivas (20 linhas cada) + 1 peça técnica (50 linhas)60 pontos
TOTAL8 horas180 itens objetivos + 3 textos dissertativos240 pontos

Atenção! O CEBRASPE utiliza o sistema de correção em que cada erro anula um acerto na objetiva. Por isso, os candidatos tendem a ser mais conservadores, e o ponto de corte costuma ficar em patamares relativamente moderados para um concurso desse nível.

Quanto à discursiva, a distribuição de pontos é a seguinte: cada questão discursiva vale 15 pontos, enquanto a peça técnica vale 30 pontos — ou seja, metade de toda a prova discursiva! Isso significa que ela merece, portanto, atenção redobrada na sua preparação.

Nota mínima para aprovação na discursiva: 30 pontos no conjunto dos três textos.

A importância da discursiva (e da Peça técnica Câmara dos Deputados!)

Agora vem a parte que realmente interessa: por que a discursiva — e especialmente a Peça técnica Câmara dos Deputados — pode ser decisiva para sua aprovação?

Vamos fazer uma conta rápida:

  • Prova Objetiva: 180 pontos
  • Prova Discursiva: 60 pontos
  • Total: 240 pontos

À primeira vista, a discursiva representa 25% da nota final. No entanto, na prática, esse percentual é ainda maior. Por que isso acontece?

Simples: na prova objetiva do CEBRASPE, o sistema de pontuação com desconto (uma errada anula uma certa) faz com que os candidatos sejam conservadores. O resultado? Por isso, o ponto de corte nas objetivas tende a ficar relativamente mais baixo e muitos candidatos também empatam na objetiva.

Supondo, por exemplo, um corte na casa dos 70% de acertos efetivos na objetiva, a discursiva passaria a corresponder a mais de 32% da sua pontuação final efetiva. Muita coisa, não é mesmo?

“O pulo do gato”

Na prática, muitos candidatos ficam tecnicamente “empatados” ou muito próximos na objetiva. Portanto, é na discursiva que ocorre a real diferenciação. Uma diferença de 10 pontos na discursiva pode representar dezenas de posições na classificação final — e significar estar ou não entre os nomeados ao longo da validade do concurso.

Distribuição dos pontos na Peça técnica Câmara dos Deputados

Segundo o edital, a peça será avaliada pelo domínio do conteúdo (NC), com pontuação máxima de 30 pontos, metade de toda discursiva, e pelo domínio da modalidade escrita (NE), que gera descontos por erros gramaticais.

Com base em análises de editais anteriores do CEBRASPE, podemos estimar:

CritérioPontuação EstimadaPercentual
Desenvolvimento do tema (atender aos tópicos)~27-28 pontos~90-93%
Apresentação e estrutura textual~2-3 pontos~7-10%

Conclusão estratégica: cerca de 90% da pontuação está no desenvolvimento do tema, ou seja, no atendimento aos tópicos/aspectos solicitados no enunciado. A estrutura importa, mas o conteúdo é rei!

Divisão sugerida do tempo (3 horas) – Treine isso em casa!

ItemTempo Sugerido
Questão discursiva 1 (20 linhas)40 minutos
Questão discursiva 2 (20 linhas)40 minutos
Peça técnica Câmara dos Deputados (50 linhas)80 minutos
Revisão geral ou tempo coringa20 minutos
Estrutura das provas objetiva e discursiva Câmara dos Deputados 2025

Dica estratégica: O tempo é suficiente, mas não permite rascunhos completos. A solução? Use rascunho estrutural mínimo: anote apenas os tópicos/argumentos principais em forma de esquema e escreva diretamente na folha definitiva. Isso exige treino prévio, então pratique bastante antes da prova!

Características da Peça técnica Câmara dos Deputados

Chegamos ao coração deste blog. Vamos entender exatamente o que é uma peça técnica e como ela se diferencia de outros tipos de textos dissertativos.

O que é a Peça técnica da Câmara dos Deputados?

A peça técnica — também conhecida como parecer técnico ou relatório técnico — é um texto dissertativo-expositivo que apresenta uma análise técnica aplicada a um caso concreto.

Diferentemente de uma redação argumentativa tradicional, aqui você NÃO apresenta opinião pessoal. Em vez disso, demonstra conhecimento técnico fundamentado em legislação, jurisprudência, doutrina ou literatura consolidada da área.

As três principais modalidades de questões expositivas

Para que você compreenda onde a peça técnica se encaixa, observe as diferenças:

CaracterísticaQuestão DiscursivaEstudo de CasoPeça Técnica
Extensão10 a 30 linhas30 a 60 linhas50 a 90 linhas
FormatoMais direta e objetivaSituação hipotética práticaSituação hipotética prática
Comando típico“Conceitue A, B e exemplifique C”Análise técnica aplicadaAnálise técnica + posicionamento técnico
ConclusãoDispensávelFacultativaOBRIGATÓRIA
Tipos de questões que cobram o texto dissertativo-expositivo

A grande diferença: o posicionamento técnico

A diferença mais significativa entre o estudo de caso e a peça técnica está na conclusão. Enquanto no estudo de caso ela é facultativa, na peça técnica se espera um posicionamento do candidato.

“Professor, mas como assim posicionamento? Você não disse que aqui a argumentação é técnica?”

Sim! Mas o posicionamento que se espera na peça técnica é um posicionamento técnico também.

Em outras palavras, não há espaço para “ficar de um lado ou do outro” por preferência pessoal. Trata-se de uma conclusão que, com base em tudo que foi exposto nos parágrafos de desenvolvimento, indica que a decisão técnica, jurídica ou normativa adequada deve se dar na direção A ou B.

Além disso, no parecer técnico, muitas vezes se faz um encaminhamento para que seja tomada determinada decisão pela administração pública ou por um superior.

Estrutura da Peça Técnica Câmara dos Deputados

Agora que você entende o que é a Peça técnica da Câmara dos Deputados, vamos à sua estrutura. A boa notícia? Ela segue o mesmo padrão tripartido que você já conhece: introdução, desenvolvimento e conclusão. Porém, há uma particularidade importante: a introdução na peça técnica possui duas partes (dois parágrafos curtos).

Detalhando cada parte

É fundamental que você compreenda como cumprir cada uma das partes ilustradas da Peça Técnica Câmara dos Deputados de maneira fácil e eficiente. Para ficar mais didático, vamos fazer isso com “a mão na massa”, resolvendo uma questão anterior.

Num histórico recente, não houve cobrança de peça técnica em concurso da Câmara dos Deputados para os cargos ora em disputa. Contudo, pela proximidade das atribuições da Casa aos do Senado Federal, elegi aqui uma questão do último concurso do Senado (2022) para trabalharmos essa estruturação da peça técnica. Dessa forma, você terá um parâmetro concreto e realista do que pode ser cobrado.

Questão anterior: aprendendo na prática

Primeiramente, destaquei na parte final do enunciado o que chamamos de “comando da questão”. Muita atenção para essa parte, pois é nela que o examinador defini exatamente o que você deve OBRIGATORIAMENTE incluir/responder em seu texto. Cada “pedacinho” ou em alguns casos, tópicos pedidos, corresponderá aos pontos que você deverá abordar em seu desenvolvimento. Beleza?!

Diante da análise do enunciado e também do que a banca esperava, elenquei os seguintes tópicos para o desenvolvimento:

  1. Fundamentos constitucionais para a referida abertura de crédito;
  2. Fundamento legal e fonte de recursos;
  3. Compatibilidade com a Lei de Responsabilidade Fiscal;
  4. Observância do teto de gastos e do regime fiscal;
  5. Atendimento à regra de ouro do orçamento público.

Em outros caso, sobretudo pelo perfil CESPE/CEBRASPE, esses tópicos já vêem discriminados/indicados no enunciado da questão.

Como estruturar a introdução da Peça técnica Câmara dos Deputados

A introdução da peça técnica é dividida em dois parágrafos curtos, cada um com função específica. Vamos entender cada um deles.

1º Parágrafo da Introdução: Contextualização

Função: Este parágrafo apresenta o que é o documento e sobre o que ele trata. Deve ser bem curto — 2 a 3 linhas no máximo.

Elementos que devem constar:

  • Natureza do documento (parecer, relatório, nota técnica, peça);
  • Referência ao processo/demanda (se houver);
  • Órgão/entidade envolvida (quando aplicável);
  • Assunto central do caso (breve síntese do caso hipotético apresentado).

Esqueleto para o 1º parágrafo

Trata-se de [TIPO DO DOCUMENTO] de natureza técnica acerca de / a respeito de [ASSUNTO PRINCIPAL], conforme [REFERÊNCIA AO PROCESSO/CASO], no âmbito do [ÓRGÃO/ENTIDADE].

2º Parágrafo da Introdução: Problemática e Objetivos

Função: Este parágrafo apresenta os pontos específicos que serão analisados e delimita o escopo da análise.

A boa notícia? Tratam-se dos próprios aspectos/tópicos solicitados no comando da questão! Portanto, não gaste mais que 4 linhas para cumprir essa parte.

Elementos que devem constar:

  • Breve resumo da situação fática com apontamentos de informações importantes fornecidas;
  • Os aspectos/quesitos a serem abordados (os mesmos solicitados no enunciado);
  • A transição para a análise propriamente dita (ex.: “Passa-se à análise.”).

Esqueleto para o 2º parágrafo

[RESUMO OU APONTAMENTOS DE DADOS FORNECIDOS]. Nesse contexto / Diante dos fatos, faz-se necessário / este relatório tem como objetivo a análise técnica, à luz da [LEGISLAÇÃO APLICÁVEL/LITERATURA], de [ASPECTO A], [ASPECTO B] e [ASPECTO C]. Passa-se à análise.

Proposta de introdução para a questão apresentada

Como Estruturar o desenvolvimento da Peça Técnica

O desenvolvimento da peça técnica segue a mesma lógica do estudo de caso. Aqui está a parte mais importante da sua nota — é a parte em que você demonstra conhecimento técnico e atende aos pontos do espelho de resposta.

Regra de ouro

Dedique um parágrafo para cada aspecto/tópico solicitado no enunciado, preferencialmente na mesma ordem em que foram apresentados. Isso facilita a localização dos assuntos pelo corretor.

Cada parágrafo de desenvolvimento em três partes

ATENÇÃO: Se o comando pedir definição, você é OBRIGADO a definir. Se pedir exemplos, OBRIGADO a exemplificar.

Dica importante: relacione com o caso hipotético

Sempre que possível, relacione sua resposta com a situação hipotética apresentada. Veja exemplos de como fazer isso:

  • “[Aspecto] + [argumento] + ‘o que se aplica ao caso analisado’ + [justificativa]”
  • “Em relação ao aspecto A do caso apresentado, [argumento]…”
  • “[Aspecto] + [argumento] + ‘como na situação do [cidadão X ou órgão Y apresentado]'”

Proposta de desenvolvimento para a questão apresentada

Observe nos parágrafos propostos abaixo como cada um inicia apresentando o aspecto, desenvolve o argumento técnico com fundamentação legal e, quando necessário, relaciona com o caso concreto apresentado no enunciado.

Conclusão da Peça técnica Câmara dos Deputados

Chegamos à conclusão — parte obrigatória na peça técnica. É aqui que você se posiciona tecnicamente, com base em tudo que foi exposto nos parágrafos anteriores.

Lembre-se: não é opinião pessoal, mas sim uma conclusão técnica fundamentada. Sua conclusão não precisa ser categórica. Dependendo dos elementos do caso, você pode usar gradações:

  • “Conclui-se que há indícios de…” (quando os dados não são conclusivos)
  • “Conclui-se que há evidências de…”
  • “Conclui-se que ocorreu de fato…” (quando os elementos são conclusivos)

Estrutura da conclusão em três momentos (um mesmo parágrafo)

A conclusão completa deve conter três momentos distintos em um mesmo parágrafo:

MomentoFunçãoModelo / Expressões
1º – Posicionamento TécnicoApresentar sua conclusão técnica com base na análise realizada“Diante do exposto, conclui-se que [SEU POSICIONAMENTO TÉCNICO].”
2º – Recomendações TécnicasIndicar o que deve ser feito com base nas conclusões, sempre fundamentado em normasRecomenda-se, com fundamento em [NORMA/LEI], [AÇÃO A], [AÇÃO B], [AÇÃO C].”
3º – Encaminhamento à Análise SuperiorEncaminhar a peça para a autoridade competenteSubmete-se, então, este parecer de natureza técnica à análise superior.”
Estrutura geral da conclusão em três momentos (três funções)

Proposta de esqueleto completo de conclusão

Diante do exposto, conclui-se que [POSICIONAMENTO TÉCNICO]. Recomenda-se, com fundamento em [NORMA/LEI/RESOLUÇÃO]: (i) [RECOMENDAÇÃO A]; (ii) [RECOMENDAÇÃO B]; (iii) [RECOMENDAÇÃO C]. Submete-se, então, este parecer de natureza técnica à análise superior.

Proposta de conclusão para a questão apresentada

Note como a conclusão apresenta os três elementos ensinados: posicionamento técnico (opinando pela aprovação), recomendações fundamentadas e encaminhamento à deliberação do colegiado. No caso deste concurso Câmara dos Deputados, no qual não se espera parecer técnico acerca de proposta legislativa, pela natureza mais técnico-administrativa dos cargos ofertados, prefira usar algo do tipo:

Submete-se, então, este parecer de natureza técnica à análise superior.

E-book Gratuito: Eleve Sua Preparação!

Para finalizar, queremos te oferecer ainda mais dicas e bizus estratégicos. Isso por meio do nosso e-book gratuito, repleto de dicas valiosas e estratégias práticas para você se preparar com ainda mais segurança para a prova discursiva da Câmara dos Deputados.

Conheça Nosso Preparatório Completo para a Câmara dos Deputados

Além disso, convidamos você a conhecer nosso preparatório completo, desenvolvido especialmente para quem busca excelência e quer conquistar uma das cobiçadas vagas na Câmara dos Deputados.

O que você encontra no preparatório:

  • PDFs completos e videoaulas cobrindo toda a estruturação da peça técnica e das questões discursivas;
  • Explicações claras sobre o que o corretor realmente espera do texto;
  • Dezenas de questões inéditas produzidas no estilo da banca, com modelos de resposta e brainstorming de argumentos a serem aplicados;
  • Fórum exclusivo para tirar dúvidas com nossa equipe de professores especializados;
  • Material específico por cargo, considerando as particularidades de cada especialidade.

Nossa proposta é direta: oferecer um material objetivo, aprofundado e alinhado com as exigências reais do concurso. Com estratégias comprovadas que têm ajudado muitos dos nossos alunos a gabaritar ou chegar muito perto disso na prova discursiva. E, claro, que, com isso, eles ganham/sobem várias e até dezenas de posições.

Considerações Finais

Espero que este blog tenha sido útil para você entender exatamente como gabaritar a peça técnica da Câmara dos Deputados.

Lembre-se dos pontos principais:

  • A peça técnica vale 30 pontos (metade da discursiva);
  • A estrutura tem duas partes na introdução + desenvolvimento + conclusão obrigatória;
  • O posicionamento técnico não é opinião pessoal — é conclusão fundamentada;
  • Mais de 90% da nota está no atendimento aos aspectos solicitados;
  • Sempre encaminhe para análise superior no final.

Com preparação direcionada e prática constante, não tenho dúvidas de que você pode alcançar uma excelente pontuação nessa etapa tão importante.

Deixe seu comentário se gostou do conteúdo e também se ficou alguma dúvida. Forte abraço e conte conosco nesta preparação até a aprovação!

Prof. Diego Souza
Maior nota na discursiva
Perito PCDF e Especialista ANM

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